quinta-feira, 5 de março de 2009

sei lá

Como não parecer que estou ligando uma coisa a outra?
Pq não, não estou, estou apenas tendo mais uma de minhas crises...
Coisa simples que qualquer ser normal tem.
Tenho, você também tem, todos temos, fato.
Enfim...
Comecei a escrever e nem sei pq...
Desabafar o que? Pra que?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Certeza



Recife / Maceió
Roxo / Verde
Quarto verde / Quarto roxo
Planos do presente / Planos pro futuro
Bento / Sofia
Coca-cola / Sprite
Alta / Baixa
Gorda / Magra
Liso / Cacheado
Backstreet Boys / Spice Girls
Leão / Capricórnio
Fraca / Forte
Coração / Razão

Motivos pra se não querer nem estar perto???
Muito pelo contrario, assim nos completamos perfeitamente, temos tantas coisas em comum que nos tornamos mais unidas ainda.

Sorvete
Torta de Limão
Queen
The Beatles
Quanta Ladeira
Carnaval em Recife
Dizer que vai dormir pra parar de brigar ou quando se estar muito puta
Conversar sobre qualquer coisa
Odiamos lavar louça
Amamos cozinhar juntas
Usamos Óculos com graus parecidos
Amamos nossas mães
Temos confusões com os pais
Morremos de saudade de nossas avós maternas
Sentimos vergonha pelo Latino
Spider
Skol
Rita Lee

Ahhhh tanta coisa... Só nos sabemos o quanto nos completamos, o quanto nos queremos, o quanto somos felizes e como odiamos essa distância toda...
Mas estamos lutando pelo nosso bem maior e juntas vamos ficar.
Te amo, vida minha!
=******=

domingo, 4 de janeiro de 2009

“Medo do medo que dá” (8)


Medo da solidão que me aguarda, já começo a engolir os primeiros goles e esses goles não são nada doces, nem parecem água e sim um suco de caju com bastante noda, daquele q trava na garganta.
Sou uma pessoa que preciso do físico, saber que estão pensando em mim, pra ser sincera, não me basta, preciso do contato, preciso do físico, preciso do abraço ou daquele olhar de compreensão ou repressão.
Que ser sou, para ficar mal por isso? Pq não consigo ficar contente comigo mesmo? Cadê minha auto-suficiência?
Bem, não tenho respostas pra isso, só sei do que sinto e como estou me sentindo não é nada bom, admito estar com medo disso tudo, o que é estranho, pq querendo ou não tenho uma base por aqui, mas to com mais medo do que quando me mudei, quando vim de Natal para cá, lugar onde não conhecia ninguém, a não ser família, que quer dizer ninguém, e que não demorou muito e fiz amizades, não tive um pingo de medo, mas as amizades que fiz não se fortaleceram, as que se fortaleceram estão indo, estão me abandonando e isso esta me deixando muito mal, até a pessoa que amo, esta mais longe de mim, como se não bastasse a distância, complicou a comunicação e isso, isso sim, de fato, não está me fazendo bem algum.
O menos mal disso tudo é que ela volta antes das meninas irem, mas volta pra sua terra, que ainda sim é longe de mim.
Medo, medo disso tudo, medo de mim...
Enfim...
“Medo do medo que dá” (8)


[Texto escrito pensando nos meus 3 amores: minha noiva, minha alma e minha flor.]

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Decisões


Decisões...
Pq tão difícil toma-las?
Pq tudo tão difícil?
Pra completar, neste exato momento em que tento mais uma vez convencer-me que vou colocar ponto, começa a tocar a música que me remete a, que me faz querer, querer cantá-la. Devo mudar de música pra quem sabe me concentrar e conseguir escrever algo que me faça enxergar o que já vi, mas não o quis?
Ahhh quer saber? Vou colocar no repeat... sabe aquele “o que não mata fortalece”, pois bem, já ouvi essa música trilhões de vezes e não morri, não será agora, não é mesmo?

Sabem o que descobri?
Eita... não posso contar, arma minha...
Enfim, descobri que tenho a fórmula de esquecer as pessoas, só nunca tinha prestado atenção... Afim de esquecer minha última paixão, tentei me lembrar como apaguei os meus ex-amores, foi quando percebi que todos esqueci com a mesma fórmula.
E ahh está não a de ser diferente, não mesmo, pq como nem eu mesma sabia, sou forte.

Após esse última paixão, chego a uma conclusão: acabo de me torna uma mulher machista, defendo plenamente o ponto de vista masculino em relacionamentos. Ontem vi a propaganda da Nobel, onde uma mulher fala sem pudor que transa sim no primeiro encontro, fala que é hipocrisia você querer, ele também e no fim nada rolar, o melhor é quando ela fala: “e se no dia seguinte ele não ligar é pq dei o número errado”. Adooooooro!
Quem disse que a gente não pode ser assim também? E se por acaso, esse alguém que falou, paga alguma conta minha ou sua? Quem achar ruim que ligue o foda-se e seja feliz.

Cansada de paixões/amores mal resolvidos, cansada de amizades perdidas, de depositar confianças, de certa forma até ponderar alguns, onde o querer fazer e atitudes são intrínsecos, é do caráter, não, não cobrarei mais nada, apenas passarei a enxergar os que estão ao meu lado.
Vou brincar de ser feliz, aprender a ser feliz.
Aguardem e comprovem... pq a decisão foi tomada... nova Tallita na área.
Uma Tallita que não aguarda mais nada e que ponderará confianças, cada um agora com o seu tipo, não mais no todo, nem mais pra sempre ou se para o sempre confiante fores.

sábado, 19 de abril de 2008

Vão se fuder.


Que mundo é este que vivemos? Que estupidez toda é essa?
Não gosto de ler jornal, tenho medo de ler o que tem lá, toda vez fico indignada...
Coisas absurdas estão lá, acabo de ler o JC...
Pai que matou a filha, menino que morreu pq a baba o agredia, madrasta que torturou a menina, menino seqüestrado...
Pqp, vão se fuder seus monstros, pq não se matam?
Vocês não imaginam o quanto odeio esses monstros....
Bem, muita gente não sabe, tenho amigos que conhecem toda a minha vida e não sabem, quando eu era bebe fui agredida por uma baba, passei um tempo traumatizada até conseguir me restabelecer. Me perguntem se lembro disso? Não, não lembro, mas ficou guardado em mim, após muito me revoltar com esses casos, de chorar com uma sucessão de fatos parecidos que ocorreram a alguns anos atrás, sem entender o pq de ficar tão nervosa, o pq de passar mal, o pq da vontade que tenho de matar essas pessoas, mainha veio me contar a história, na hora foi um sensação horrível...
Acho que por isso não aceito que ninguém mexa com quem gosto, muitos aqui já me viram ou sabem das minhas histórias para proteger quem gosto, também não aceito que ninguém dê em mim, acho que por isso também tenho um reflexo muito aguçado.
Seu pudesse viraria matadora de aluguel... lembram aquela musica de Lula Queiroga, cantada por Lenine:

“Atirador, quando compra vingança alheia
Tem que ter veneno na veia
Tem que saber andar num chão de navalha
Atirador tarda, mas não falha
Atirador não tem dó quando atira
Atirador é dublê da ira
Ele só sabe o nome, só viu o retrato
Alma sebosa é mais barato.”

Ain que ódio, pra que fui inventar de ler essa bosta de jornal...
Me dêem licença, que vou vomitar.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Qual o assunto?



Seis meses após nada escrever, cá estou novamente.
Mas estou a pensar... o que irei escrever?
Acho que irei falar sobre curiosidades... irei?
Bem, não sei.
Deixa eu começar e no final vejo sobre o que falei, recordo-me agora de uma amiga que disse: "as vezes vou a terapia sem absolutamente nada pra falar e quando chego, surge tanta coisa e é tão legal".
Acho q é isso que estou tentando fazer, escrever e escrever até ter algo para de fato escrever.
Blogger = Terapia?
Melhor não, isso aqui é público demais...

Ahhh

- A pouco tive uma experiência
- Boa ou ruim?
- Não sei
- Como não sabes?
- Na hora foi bom, foi, foi sim, recordar o momento é maravilhoso, mas só quando me remeto ao momento, o todo não é tão bom assim, as vezes, coloco sal na ferida.
- Entendo... mas essa tua experiência só a tivesse uma vez?
- Até que não, recentemente tive um "Q" a mais na experiência, no momento posso te dizer que foi formidável e ainda estou anestesiada e no provável continuará assim... Tenho construído uma barreira pra essas coisas, tudo bem que não sou pedreira, as vezes, desmorona algum lado, mas estou estudando bastante pra conseguir manter a barreira de pé.
- Sei como é, também tenho tentado isto, me doou demais a tudo.
- Uma amiga me disse que sou intensa demais, uma pequena coisa consegue me transformar e se é pra ter raiva ou alegria realmente o tenho e com uma força absurda.
- Isso é ruim.
- É péssimo, cansada de sentir assim, é como se fosse tempestade em copo d'água.
- Hurum... tenho que ir, meu amigo está me esperando.
- Como assim?
- Tenho um amigo precisando desabafar.
- E por acaso sou o que? estou aqui também precisando desabafar.
- Desculpa, mas ele precisa de mim.
- Eu não?
- Sim, mas saibamos dividir um pouco o tempo, isso num é uma terapia?
- Hã?
- Blogger = Terapia, lembra?
- Sim
- Pois então, seu tempo acabou.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Sorriso



De que é feito o sorriso?
Pra quem se é dado o sorriso?
Será que você merece o meu sorriso?
Será que mereço teu sorriso?
Sorrisos.
Que bom ter o seu pra mim.
Feliz fico em te dar o meu.
Tamanha felicidade quando alguém sorrir para mim.
Tudo bem que os provoco.
Estou errada?
Tem coisa melhor do que você estar triste e aparecer alguém que você nem conhece e te dar um belo sorriso, do nada, assim mesmo, de graça.
Sorria sempre e acredite, seu sorriso é lindo.
Felizes são aqueles que o enxergam.
“Existe um mundo que só quer te ver sorrir”

=)

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Pq racional?

Que escritora de merda, minha inspiração vem da melancolia.

Meus melhores textos, produzi quando estava triste, queria que fosse ao contrário, por isso muitas vezes até evito o papel ou o word, queria mudar isto, mas não consigo é intrínseco.

Se me perguntares agora como estou, digo que estou uma bosta, que não consigo juntar, pensar e agir. Pq sinto que estou tomando a decisão errada, mas não consigo fazer o que penso?

Sofrer com ou sem?

Sofrer, com certeza, não poderei fugir, mas de que formar será menos doloroso?

Gostaria de ser mais racional e menos coração.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Nostalgia


Nossa como o passado é belo, tem sua magia, engraçado como vamos a um lugar onde há muito não se ia, lembramos somente das coisas legais, as que doem, vão para a memória seletiva e por ela são esquecidas, a não ser que algo do presente lhe pregue uma peça e o faça recordar...
Após muitos anos tive uma experiência, posso até dizer que única...

Na infância todos os meus domingos eram sagrados, de família evangélica, seguia a rotina, manhã ia para a escola dominical e a tarde ia para casa da minha avó, que da minha casa para dela eram 1h e meia o tempo de distância.
Em casa, esse domingo, aconteceu, sendo que, como não sou mais evangélica, fiquei em casa e fui sozinha pegar o ônibus.

- Mainha: pegue o 73 [aqui os ônibus são por números], você vai saltar naquela estação nova.
- eu: mas o 03 e o 29 que pegávamos, também passa, né?
- Mainha: passa... mas fica distante.

Na hora de pegar o ônibus, vi o 73, pedi parada, mas na hora não subi, esperei o 03...
Foi alucinante todo o caminho, vê como tudo estava mudando e como outras continuavam tão iguais, em uma das avenidas principais de Natal, estão querendo transformá-la parecida com a Av. Caxangá, achei tão estranho... na descida... nossa... estupendo...
Passei pela fabrica de picolé... como quis um...
Passei pelo boteco... o mesmo cheiro da cachaça e da lingüiça... com a mesma barraquinha de jogo do bicho, no qual minha avó fazia suas fezinhas...
Passei pela padaria... o velho cheiro do pão...
Entrei na rua de minha avó... nossa como tudo mudou... as duas mangueiras, uma de manga rosa e outra espada, já não existem mais... meu avô cortou, chorei pelas árvores...

Na casa já não tem a mesma alegria, minha avó não mais lá está, meus primos também não, minhas tias... só duas [de 8 tias e 17 primos]...
A comida já não tem o mesmo sabor... aonde estavam: a galinha guisada, o feijão verde, a farofa mais gostosa que já comi em toda minha vida, o sorvete de abacate, as mangas que chupávamos tiradas na hora?
Meu avô estragou tudo... como pode?
Sempre fez e continua fazendo tudo errado.

Misto de alegria e ódio em mim...
Foi ótimo, delicioso, soberbo e ruim, horrível, pavoroso.
Vi a minha vida inteiro, num dia inteiro.
A nostalgia é tão bom, você olha para trás e percebe o quanto foi feliz e fica pensando, pq o que vivi naquele tempo os meus priminhos também não tiveram o direito de vivê-las?
Sorte? Prêmio? Não sei o q chamar, só sei que tive essa tremenda felicidade e agradeço por isso.
Saudade de minha avó, Dona Maria do Carmo de Melo, ela sim é que era mulher de verdade.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

gestAÇÃO!


Um projeto pra fazer...
Preciso de um trabalho, o que me aflige é a falta do que fazer e a falta de $.
Agora estou no projeto gestAÇÃO, o projeto tem como objetivo impulsionar o processo crítico e reflexivo dos estudantes de administração da Mauricio.
Meu dever é conscientizar os alunos sobre cultura, o que tem em nossa cidade que eles não conhecem, não simplesmente por não gostar, mas por muitas vezes não saber que existe.
Precisava de algo pra fazer, mesmo não sendo remunerado em números, pra mim será remunerado em conhecimento e se der tudo certo, reconhecimento de um bom trabalho.
Acho que era isso que eu mais gostava do meu trampo, era saber que os funcionários reconheciam meu trabalho, não era nem os coordenadores e direção, porque estes só faziam olhar pra quem tinha a bunda maior, o rosto bonito, o corpo bem feito... nunca olhavam pro trabalho... Por isso a empresa está assim... na merda.
Deixemos isso pra lá.
O projeto gestAÇÃO vai tratar sobre a Vida profissional x Vida pessoal. Nesse caso a cultura irá ajudar na vida pessoal, no conhecimento, na descontração e no relaxamento.
Feliz por estar envolvida neste projeto.